O
eletricista Tarcisio Sergio Alves que atende pelo Tel. (11) 4186-6166 em toda
grande São Paulo, diz que nada é para sempre. E, em se tratando de condomínios,
é bom que isso fique claro, já que tudo precisa de manutenção, principalmente
quando se trata de instalações elétricas.
O
entendimento entre os especialistas é que a durabilidade das instalações de um
empreendimento gire em torno de 30 anos. E é possível imaginar como a demanda
por energia elétrica dentro das unidades mudou nesse período de tempo.
A
estimativa do Procobre, instituição que promove estudos e pesquisas sobre o uso
de cobre na América Latina, é de que a demanda por energia elétrica aumentou em
seis vezes nesse período. Para ilustrar a situação, na década de 1980, um
modelo comum de chuveiro era de 1.800W. Hoje a potência do aparelho chega a 6
mil W. No passado, um fio de bitola de 2,5 mm era mais que o suficiente para
suprir as necessidades de uma casa. Agora, essa medida é de 6 mm.
Portanto,
muitos condomínios ainda contam com instalações defasadas, e os riscos vão
desde quedas de energia e incêndios a choques de alta voltagem, que podem,
inclusive, matar uma pessoa. E não custa lembrar que que o síndico é co-responsável
pela segurança dos moradores.
Por isso,
tal questão – muitas vezes negligenciada por síndicos e administradores – deve
ser tratada com seriedade e atenção, até porque, além dos riscos, também pode
gerar desperdícios consideráveis para o condomínio, devido a fuga de energia.
Veja
abaixo o que fazer para não ficar às escuras e evitar acidentes e desperdícios
Sinais
Se a
instalação elétrica de todo o empreendimento está antiga ou não está apta para
tanta demanda, pequenas falhas começam a acontecer: energia que vive caindo,
luz piscando, tomadas que esquentam, pequenos choques, quedas dos disjuntores,
cheiro de queimado ou de fumaça.
Esses
sinais mostram que a rede elétrica precisa de uma intervenção. Por isso, um
zelador atuante pode ajudar, e muito, a captar os primeiros sinais de que algo
não vai bem, ao relatar imediatamente para o síndico. Os custos com reformas
serão menores do que se o problema for adiado indefinidamente.
Nesses
casos, vale chamar uma empresa especializada no assunto, que deve contar
com um engenheiro elétrico e com a aparelhagem necessária, como aparatos que
medem fuga da energia e que gerenciam o consumo. Assim, ele vai poder
diagnosticar corretamente o que há de errado com o condomínio.
Inspeção
e manutenção
A medida
mais usada por condomínios que começam a sentir problemas elétricos é a troca
do disjuntor. Essa, porém não é a melhor decisão a ser tomada. O ideal, em
casos em que há quedas frequentes do disjuntor, é que seja feita a troca dos
fios em questão, para que assim, o uso da energia elétrica aconteça de forma
responsável.
O ideal é
que prédios façam uma inspeção completa da parte elétrica a cada cinco anos,
com empresa especializada. Novas edificações podem esperar dez anos.
Em
prédios com mais de 30 anos, talvez seja necessário rever toda a parte elétrica
– saber se o condomínio conta com um aterramento adequado e se segue as
recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como um
dispositivo de proteção diferencial residual, obrigatório em edificações desde
1997.
Além de
adequar as instalações do condomínio, essas melhorias também reduzem ou
eliminam fuga – e conseqüente desperdício – de energia elétrica. Estudos
apontam que uma estrutura adequada reduz, em média, 5% do valor da conta de
energia.
Outra troca
que deve ser feita o mais rápido possível em prédios antigos é a dos quadros de
força. Nesses casos, não só a estrutura de madeira pode ser danificada por
cupins, como os fios elétricos também. Até suas capas podem ser comidas pelo
bicho. A troca deve ser feita por uma estrutura de metal, mais resistente e
adequada para o uso.
Quem
estiver interessado em investigar as condições elétricas de seu condomínio pode
fazer uma verificação do padrão médio de consumo das unidades, com uma empresa
especializada. Basta fazer um levantamento dos equipamentos usados ali – é
preciso contar com a ajuda dos moradores. Com esse dado, é possível saber se o
condomínio consegue atender a essa demanda de maneira tranqüila.
Caso a
resposta seja negativa, será necessário, provavelmente, reprojetar o centro de
medição do empreendimento, e refazer todo o cabeamento, desde o centro de
medição até as prumadas. Também será necessário pedir à concessionária de
energia por um aumento na oferta de seu produto para o local.
Consulte a T.S.A Instalações Elétricas que possui
eletricista para resolver todos seus problemas elétricos.
Tel. (11) 4186-6166
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